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O blog da Escola Bíblica Dominical

José, um líder piedoso e temente a Deus

José, um Líder Piedoso e Temente a DEUS

Pr. Edevir Peron

Fonte: www.adcorreiapinto.com.br

INTRODUÇÃO.

Chegamos em nossos estudos na história de José; para mim tenho como a mais bela historia da Bíblia. Se trata de acontecimentos que comovem o nosso coração cada vês que a lemos. Estudar sobre a vida de José, procurando com isso melhorar o nosso caráter, é tirar água de fonte profunda. Pois encontramos ai um farto material para estudos, e belos exemplos de vida santa, e justa diante de Deus. São exemplos dignos de serem seguidos, por todos aqueles que querem viver uma vida santa diante de Deus. Espero que esse subsídio, paralelo a essa lição, venha contribuir com o amado leitor para o aprendizado da palavra de Deus. E também a preparar a sua aula desta lição da Escola Dominical.

I. CONTESTO FAMILIAR.

É importante conhecer o contexto histórico familiar de José, para entender-mos melhor sobre o plano de Deus na vida deste homem, e o que Deus faz, e deixa acontecer, para que se cumpra a sua vontade na vida de um servo seu. Descendência de José. Falar da descendência de José; faz nos lembrar da chamada de Abraão. Gn 12. 1-8. Deus queria com isso iniciar uma linhagem piedosa, de onde nasceria o Messias. Gn 12. 3.

Iniciou-se então com Abraão a descendência patriarcal. De Abraão nasceu Isaque. Gn 21. 1-3. De Isauqe nasceu Jacó. Gn 25. 26. E desse nasceu José Gn 30. 22-24. A família de José. Jacó era filho de Isaque e Rebeca, e irmão gêmeo de Esaú. Gn 25. 24-26. Esaú foi caçador, Gn 25. 27. não se interessou muito pela sua primogenitura e direito na linhagem patriarcal. Jacó ficava mais com sua mãe, e aprendeu com isso a dar valor a esse direito, e interessou-se pelas bênçãos de seu pai. E comprou o direito de primogenitura de seu irmão Esaú, por um prato de lentilhas. Gn 25. 31-34.

Apesar de ter enganado o seu pai, por ordem de sua mãe Gn 27. 8-13. Esta benção era dele Gn 25. 23, 31-34. Por isso; não precisava ter enganado Isaque, Deus mesmo ia fazer que essa benção viesse a Jacó. Assim seria evitado que Jacó pagasse um preso tão caro por seu erro, servindo e sendo enganado por Labão Gn 29. 24-26; 31. 7. Jacó teve dose filhos 1Cr 2. 1,2. E uma filha Gn 30. 21. Jacó como pai. Do hebraico bqey (Ya‘ăqōb), significa suplantador, enganador. Depois da luta do vau de Jaboque foi mudado para larVy (Ysrael), que significa, que luta com Deus.

Jacó não foi muito feliz com sua família. Seus filhos lhe deram muito desprazer, e lhe fizeram sofrer muito. Porem; José por ser um menino sincero e obediente, foi amado por seu pai Gn 37. 3. Sendo por isso odiado por seus irmãos Gn 37. 4. verdade é que, Jacó tinha razões para amar a José. Mas errou em demonstrar assim tão claramente a seus irmãos, dando a ele vestes superiores a de seus irmãos Gn 37. 3. e sendo Jose o menor, colocou-o como vigia de seus irmãos Gn 37. 14. Para começar, Jacó já errou por ser polígamo, possuindo quatro mulheres. Era de se esperar que os problemas entre irmãos inevitavelmente viessem. As dificuldades foram grandes, a ponto de se tornar em tragédias. Portanto, apesar de tudo, o bom caráter de José, destacou-o entre seus irmãos, e todos o invejavam.

II. A CONSOLIDAÇÃO DO CARATER DE JOSÉ.

José. Na Bíblia hebraica Powy (yôsēph). Significa; GEOVA acrescenta. Foi lhe dado esse nome por causa das palavras de Raquel: E chamou-lhe José, dizendo: Acrescente-me o Senhor ainda outro filho Gn 30. 24. Nascido em Padã-Arã Gn 28. 2. Era o décimo primeiro filho de Jacó, e o primeiro de Raquel Gn 30. 22-24. Depois de José, nasceu ainda Benjamim Gn 35. 18. José demonstrou desde a sua infância um caráter diferente de seus irmãos, e isso também contribuiu para que seu pai o amasse mais que seus outros filhos, não era somente por ser ele o filho mais novo. Qual é o pai que não quer que seu filho seja obediente? Todos nós nos alegramos quando nossos filhos nos obedecem, e se mostram tementes a Deus.

Ao ler o relato Bíblico sobre José, entendemos que ele era justo e obediente ao seu pai, por isso alcançou a confiança dele. Jacó confiava em José, pois era ele que ia ver seus irmãos e o rebanho, e trazia notícia para seu pai, mesmo as que eram más Gn 37. 2. E por isso José não era amado por seus irmãos. Jacó fez para José uma túnica de várias cores Gn 37. 3. E isso ainda mais aumentava o ódio de seus irmãos. Mas o que mais lhes intrigava era os seus sonhos, eles começaram a entender, que na vida de José avia algo sobrenatural, e que Deus tinha planos na vida dele. Vejamos a seguir esses sonhos: Pois ele lhes disse: Ouvi, peço-vos, este sonho que tive: Estávamos nós atando molhos no campo, e eis que o meu molho, levantando-se, ficou em pé; e os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho. Responderam-lhe seus irmãos: Tu, pois, deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso ainda mais o odiavam por causa dos seus sonhos e das suas palavras. Teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, dizendo: Tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam perante mim.

Quando o contou a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o seu pai, e disse-lhe: Que sonho é esse que tiveste? Porventura viremos, eu e tua mãe, e teus irmãos, a inclinar-nos com o rosto em terra diante de ti? Seus irmãos, pois, o invejavam; mas seu pai guardava o caso no seu coração. Gn 37. 6 11. Ouvindo essas coisas, Jacó guardava tudo isso no seu coração, porque ele sabia que um dia iam se cumprir esses sonhos na vida de José. Mas seus irmãos ainda mais o invejavam, e isso se tornou em ódio, e esperavam uma oportunidade para por as mãos nele. É importante notar a diferença entre José e seus irmãos, todos certamente tiveram a mesma educação, todos foram criados em um mesmo ambiente espiritual, então porque essa diferença? Em primeiro lugar era porque Deus estava com José Gn 39. 2,21. Também devido ao zelo, esforço e busca da parte de José.

Assim, ele se tornou um exemplo a ser seguido por todos os que querem ser um vaso nas mãos do SENHOR, e uma benção para todos. Vamos ver agora a parte mais difícil da vida de José, é a parte da historia de José que mais nos comove. Mas deixa-nos cociente da realidade, e do porque de certos sofrimentos em nossas vidas, e que como José, depois de ser-mos provados, receberemos a benção. Vejamos o que disse Pedro: para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; 1Pd 1. 7. Paulo disse: Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; 2Co 4. 17. A parte mais difícil da vida de José começou quando ele, em obediência a seu pai, foi a Siquém ver como estavam seus irmãos, que apascentavam o rebanho naquela terra. Depois de algumas dificuldades, enfim, os encontrou Gn 37. 15-17. Então foi a grande oportunidade que seus irmãos tiveram de se livrar de José para sempre. (isso era o que esperavam).

Vejamos o relato bíblico, a respeito da conspiração dos irmãos de José: Eles o viram de longe e, antes que chegasse onde estavam, conspiraram contra ele, para o matarem, dizendo uns aos outros: Eis que lá vem o sonhador! Vinde, pois agora, matemo-lo e lancemo-lo numa das covas; e diremos: uma besta-fera o devorou. Veremos, então, o que será dos seus sonhos. Gn 37. 18-20. Esses homens estavam tão cegos, e tomados pelo ódio, que chegaram a pensar que poderiam impedir que o plano de Deus se cumprisse na vida de José Gn 37. 20. Que situação terrível em que estavam estes homens. Porem, eles só puderam fazer aquilo que Deus permitiu ser feito. Eles queriam matar a José, mas Rubem, tocado pelo Espírito Santo, convenceu os demais a jogá-lo vivo naquela cova, pretendendo salvar-lhe a vida Gn 37. 21-22. É importante saber-mos, que mesmo aqueles que estão nos planos de Deus, não estão livres de passar por sofrimentos, angustias e tribulações nessa vida.

E ainda mais; muitas vezes o SENHOR faz-nos passar por essas coisas, querendo o nosso aperfeiçoamento, pois a nossa fé tem que ser provada como ouro no fogo 1Pd 1. 7. Vejamos o que disse o salmista, referindo-se ao justo: Muitas são as aflições do justo, mas de todas elas o Senhor o livra. Sl 34. 19. É somente ler o livro de Jó, que se observa claramente isso. Como Daniel, um sevo de Deus, fiel e justo, mas nem por isso foi livre de entrar na cova dos leões, mas o SENHOR estava com ele lá, e nem um mal lhe sucedeu. Começou então a longa prova na vida de José, o filho amado de Jacó agora é despido da sua túnica de varias cores, e é jogado em uma cova, sem a preocupação de que lá pudesse haver algum animal venenoso, ou cosa semelhante. Lá no fundo daquela cova, estava agora um menino justo, e temente a Deus. E fora estava um grupo de rebeldes, comendo e bebendo, aparentemente triunfantes Gn 37.24,25. Porem o SENHOR estava com José, certamente angustiado no fundo daquela cova, porem esperando com confiança no SENHOR.

Isso é o mais importante em nossas vidas, não importa o que temos de passar, o que importa é que Deus esteja conosco. As covas existentes naquela região eram como esta da foto abaixo. José estava naquela cova sem saber o que ia acontecer com ele, fico a imaginar a sua sensação quando uma corada chega ao fundo daquele posso, certamente ele acreditou que seus irmãos estavam arrependidos, e que iriam solta-lo agora. Mas somente tinha surgido a oportunidade de do mesmo modo se livrar do sonhador, e ainda faturar com isso vinte moedas de prata, vendendo-o aos ismaelitas Gn 37. 27,28.

E assim é levado para o Egito um menino exemplar de apenas dezessete anos de idade Gn 37. 2. porem mesmo no Egito, Deus estava com ele. Veja o relato bíblico a esse respeito: José foi levado ao Egito; e Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda, egípcio, comprou-o da mão dos ismaelitas que o haviam levado para lá. Mas o Senhor era com José, e ele tornou-se próspero; e estava na casa do seu senhor, o egípcio. E viu o seu senhor que Deus era com ele, e que fazia prosperar em sua mão tudo quanto ele empreendia.

Assim José achou graça aos olhos dele, e o servia; de modo que o fez mordomo da sua casa, e entregou na sua mão tudo o que tinha. Desde que o pôs como mordomo sobre a sua casa e sobre todos os seus bens, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor estava sobre tudo o que tinha, tanto na casa como no campo. Potifar deixou tudo na mão de José, de maneira que nada sabia do que estava com ele, a não ser do pão que comia.

Ora, José era formoso de porte e de semblante Gn 39. 1-6. Veja no mapa abaixo o caminho percorrido por José de Hebrom, Siquém, Dotã e Egito. É importante notar, que José não se rebelou no caminho para o Egito, mesmo sendo conduzido por ímpios, chegando a uma terra estranha, vendido como escravo, distante da família e do pai que tanto o amava, mesmo assim, permaneceu em sua integridade. Porem em Dotã; seus irmãos tramavam a mentira e o engano para enganarem Jacó. Como voltar a seu pai sem José? Surge então o plano: Tomaram, então, a túnica de José, mataram um cabrito, e tingiram a túnica no sangue. Enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai e dizer-lhe: Achamos esta túnica; vê se é a túnica de teu filho, ou não. Gn 37. 31,32. A reação de Jacó: Ele a reconheceu e exclamou: A túnica de meu filho! uma besta-fera o devorou; certamente José foi despedaçado. Então Jacó rasgou as suas vestes, e pôs saco sobre os seus lombos e lamentou seu filho por muitos dias.

E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; ele, porém, recusou ser consolado, e disse: Na verdade, com choro hei de descer para meu filho até o Seol. Assim o chorou seu pai. Gn 37. 33-35. No Egito. Como já vimos no texto mencionado acima; tudo corria muito bem com José no Egito. Gozava de prosperidade, e era visível nele a ação Divina, e isso foi percebido pelos Egípcios Gn 39. 1-6. E José alcançou a confiança de Potifar. Mas ainda não tinha acabado a prova. A pior e maior prova começa agora. Imagine agora; um jovem saudável e forte. Longe de seus pais, e dos altares de adoração que Jacó costumava levantar, há muito tempo sem ouvir os conselhos, e sem receber o carinho do pai, e sem contemplar a face de sua mão Raquel. Quando o seu senhor estava distante, e ninguém avia naquela casa. É exatamente nesse momento que se aproxima a mulher de Potifar e lhe faz propostas; E aconteceu depois destas coisas que a mulher do seu senhor pôs os olhos em José, e lhe disse: Deita-te comigo. Entretanto, ela instava com José dia após dia; ele, porém, não lhe dava ouvidos, para se deitar com ela, ou estar com ela. Gn 39. 7,10. José teve a oportunidade, e até supostas razões para pecar.

Mas veja a sua resposta à mulher: Mas ele recusou, e disse à mulher do seu senhor: Eis que o meu senhor não sabe o que está comigo na sua casa, e entregou em minha mão tudo o que tem; ele não é maior do que eu nesta casa; e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porquanto és sua mulher. Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus? Gn 39. 8,9. Através destes textos da Bíblia, podemos ver claramente que José, apesar de tudo o que tinha acontecido, permanecia fiel a Deus. E o seu caráter não mudou ao conviver com os egípcios. Porem; por causa desta fidelidade, foi para a prisão. Deus permitiu que isso também acontecesse Gn 39. 10-20. Mas nem assim mudou seu caráter, mesmo preso, continuou humildemente esperando em Deus. E Deus era com ele. Vejamos o texto: O Senhor, porém, era com José, estendendo sobre ele a sua benignidade e dando-lhe graça aos olhos do carcereiro, o qual entregou na mão de José todos os presos que estavam no cárcere; e era José quem ordenava tudo o que se fazia ali. E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia. Gn 39. 21-23. No cárcere José é usado por Deus para interpretar dois sonhos, e se cumpriu exatamente como interpretado Gn 40. 5-23. Até aqui, José cofiara somente em Deus.

Mas na saída do copeiro daquela prisão, ele tentou buscar uma ajuda dos homens: Mas lembra-te de mim, quando te for bem; usa, peço-te, de compaixão para comigo e faze menção de mim a Faraó e tira-me desta casa; Gn 40. 14. Porem teve a decepção de ser esquecido, e teve que passar mais dois anos preso 40. 23; 41. 1. entendemos ai, que Deus tem um plano traçado com todos os que lhe servem, e um tempo determinado para todos os acontecimentos. Não era o tempo de Deus para ele sair da prisão.

Para José, bastava sair da prisão. Mas Deus queria completar o tempo de provação na vida dele. E depois não somente liberta-lo, mas lhe dar algo muito maior aquele que lhe era fiel e temente. Queria colocá-lo no trono, para ser governador do Egito. Passou então os dois anos, e chegou à hora marcada por Deus para exaltar aquele que fora tão humilhado, acusado e condenado, sem nada dever. O todo poderoso toca agora no rei Faraó, fazendo-o sonhar dois sonhos esquisitos, e ninguém podia revelá-los Gn 41. 1-7. Fez também o copeiro lembrar de José Gn 41. 9-13. Mas a José Deus deu a interpretação dos sonhos Gn 41. 14-32. E também as providencias que Faraó devia tomar Gn 41. 33-37. É importante que José ao revelar o mistério a Faraó, e lhe instruir sobre o que devia fazer, não pediu nada para si. Ele era um prisioneiro no país do rei, seria a oportunidade de pedir ao rei a sua libertação. Mas José preferiu ficar confiando em Deus. Que exemplo a ser seguido por aqueles que se aproveitam dos dons que Deus lhes da para com isso ganhar dinheiro, fama e status. Estes deveriam seguir o exemplo de Elizeu, que poderia ganhar um grande valor em presentes, por ter sido usado por Deus para curar o Ciro Naamã 2Rs 5. 16. Devemos tomar muito cuidado, pois estamos vivendo em dias que á um grande comercio no meio evangélico. São pessoas que se aproveitam da simplicidade dos crentes, para ganhar dinheiro. Faraó, rei do Egito. E Faraó, ao ouvir as palavras de José, e certamente tocado pela unção que avia nele, falou essas palavras, muito citada pelos pregadores hoje: Perguntou, pois, Faraó a seus servos: Poderíamos achar um homem como este, em quem haja o Espírito de Deus? Gn 41. 38. José foi levado ao Egito com dezessete anos Gn 37. 2. e com trinta anos é tirado da prisão, e feito governador do Egito Gn 41. 46. Isso quer dizer que, esses treze anos da vida de José foram de lutas e sofrimento.

O Egito prosperou no governo de José, ele se tornou grande, Faraó lhe deu o nome egípcio Zafnate-Paneã, que significa o salvador do mundo. E lhe deu por mulher a Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Porem, José permaneceu humilde, e temente a Deus. No capitulo 42 de Gênesis começa a história dos irmãos de José, quando desceram ao Egito. Em toda essa longa história, que vai ate o capitulo 47, quando toda a família de Jacó chega ao Egito, José mostrou generosidade, espírito de perdão e amor. José teve a oportunidade de se vingar de seus irmãos. A fome em toda a terra, fez com que seus irmãos viessem e se prostrasse as seus pés. Gn 42. 6. As estratégias de José para deter os seus irmãos, na verdade, foi uma prova para ver se eles tinham mudado o seu caráter. O mais interessante é, que ele reconheceu os seus irmãos, mas eles não o reconheceram. Ate nisso vemos Deus trabalhando. O mais emocionante foi na hora da revelação, vejamos: Então José não se podia conter diante de todos os que estavam com ele; e clamou: Fazei a todos sair da minha presença; e ninguém ficou com ele, quando se deu a conhecer a seus irmãos. E levantou a voz em choro, de maneira que os egípcios o ouviram, bem como a casa de Faraó. Disse, então, José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, pois estavam pasmados diante dele. José disse mais a seus irmãos: Chegai-vos a mim, peço-vos. E eles se chegaram. Então ele prosseguiu: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito.

Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos aborreçais por me haverdes vendido para cá; porque para preservar vida é que Deus me enviou adiante de vós. Porque já houve dois anos de fome na terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega. Deus enviou-me adiante de vós, para conservar-vos descendência na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento. Gn 45. 1-7. Mas uma vez esse homem mostra sua humildade, amor e reconhecimento, principalmente quando ele fala a seus irmãos, que foi Deus que tinha lhe enviado para o Egito adiante deles, para preservação da vida. É bom lembrar, que isso não torna os irmãos de José inocentes. Nem tampouco eles foram usados por Deus para fazer o mal para José. O que aconteceu é, que Deus permitiu que eles fizessem o que estava no seu coração, eles tinham livre arbítrio, como tem todos os homens. É interessante que, esses filhos de Jacó não eram homens ímpios ou desviados, mas sim, a linhagem da qual nasceria o salvador Jesus. Entretanto o caráter deles não era bom, como José. Isso quer dizer que; mesmo nos que somos servos de Deus, se não nos esforçar-mos em busca de uma vida reta e santa, podemos se tornar como um deles. E não devemos esquecer que Deus nos adverte, mas nos da livre arbítrio, para escolher o que queremos. Depois de todos os acontecimentos, acontece agora o que é mais marcante em toda a historia, o encontro de José com seu pai Jacó. José ate aos 17 anos esteve com seus pais Gn 37. 2. depois disso chega ao Egito. Com 30 anos, foi governador do Egito Gn 41. 46.

Passaram-se os 7 anos de fartura, quando se deu a conhecer dos seus irmãos, já tinha se passado 2 anos, dos 7 de fome, que iriam acontecer Gn 45. 6. Assim; da chegada ao Egito, ate o inicio do governo, foram 13 anos. Com mais 7 de fartura, e mais 2, dos 7 de fome, somam 22 anos. Então podemos sentir a emoção desse encontro, depois de 22 anos de saudades, se encontram Jacó e José. Agora estava toda a família novamente reunida. Só com uma diferença, José não era apenas o sonhador na família, mas senhor, não somente dos seus irmãos, mas de todo o país. Isso é o que Deus faz, com aqueles que são fiéis a Ele. Que bela lição para nos! Possamos aprender com José, que é preciso ser fiel nas adversidades, para ser honrado e abençoado pelo SENHOR. E não esqueça; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã Sl 30.

5. CONCLUSÃO.

Concluindo o comentário desse tão importante assunto, convido a todos a se esforçar em busca do caráter cristão, como ouve na vida de José, que também aja em nos, nesses últimos dias em que vivemos. Deus esta procurando homens como José, que enfrente tudo o que vier, mas não nega ao seu Nome, e permanece fiel a Ele. Rio Nilo, no Egito nos dias de hoje.

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4 Responses

  1. mirassol17@hotmail.com disse:

    Aos mui estimados amigos e irmãos da CPAD.Meus parabéns pelo ótimo desempenho no comentário da lição nO 05, deste domimgo,05/08. Aqual traça o perfil do verdadeiro critão, representado no vida de um jovem, (José) que sofreu intrigantes perseguições,a começar pela família (seus irmãos)e chega a seu clímax quando este estava na superentedêcia de Potifar, ministro de Faraó. Amados irmãos eu vejo na vida de José o maior exemplo para o jovem hoje em um mundo que nos oferece tantas “conquistas”e nos seduz a pecar. Más como membros do corpo de Cristo, devemos ter o caráter puro como foi José e sobretudo ter amente de Cristo… Caso eu não tive um vocbulário cloro para vossa compreensão, e se houver erros gramaticais de concordância verbal,ou de digitação, pessos desculpas. Não tendo mais nada vou-me despidir e pesso que entre emcontato comigo no hotmail acima. Paz do Senhor

  2. luis carlos disse:

    deus continue abençoando cada vez mais esse trabalho tão edificante como este.
    não tenho palavras para espressar,mas eu sei que DEUS vai lhes recompensar poderosamente por esse trabalho

  3. Neide Santos disse:

    Estou estudando ” Servo de Deus e José,temão do Caminho Neocatecumenal e depois de muita procura , agradeço a Deus por ter encontrado estas explicações que muito me ajudou.Que Deus abençõe a todos!
    Neide Santos.

  4. Neide Santos disse:

    Estou estudando ” Servo de Deus e José,temão do Caminho Neocatecumenal e depois de muita procura , agradeço a Deus por ter encontrado estas explicações que muito me ajudou.Que Deus abençõe a todos!

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